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Após caso de febre amarela, IAP fecha visitação de parques no litoral

A Secretaria de Saúde do Paraná (Sesa) confirmou, na terça-feira (29), o primeiro caso de febre amarela no estado desde 2015

 

O Instituto Ambiental do Paraná (IAP) decidiu fechar unidades de conservação estaduais do litoral do Paraná para visitação por tempo indeterminado, depois da Secretaria de Saúde do Estado (Sesa) ter confirmado, na terça-feira (29), o primeiro caso de febre amarela no estado desde 2015.

O IAP é quem administra os parques e já tinha determinado o fechamento por um período de 15 dias, quando havia apenas suspeita do caso da doença, no dia 25 de janeiro. O período foi ampliado até que os paranaenses tomem a vacina. “Temos que ampliar a vacinação em todo o Estado”, afirmou o diretor do Centro Epidemiológico do Paraná, João Luís Crivellaro.

O IAP também recomenda a imunização a pesquisadores e outros profissionais que trabalham ou frequentam os parques. As unidades que ficarão fechadas são:

Parque Estadual do Boguaçu

Parque Estadual Pico Paraná

Parque Estadual Roberto Ribas Lange

Parque Estadual do Palmito

Parque Estadual da Graciosa

Parque Estadual do Pau Oco

Parque Estadual Rio da Onça

Parque Estadual das Lauráceas

APA Guaratuba

APA Guaraqueçaba

AEIT Marumbi

O IAP também recomenda o fechamento das unidades municipais, federais e Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPNs).

Primeiro caso desde 2015

A Secretaria de Saúde do Paraná (Sesa) confirmou, na terça-feira (29), o primeiro caso de febre amarela no estado desde 2015. Um morador de Antonina – litoral do estado – de 21 anos, foi contaminado, segundo a secretaria. Na mesma cidade, três macacos foram encontrados mortos no Morro do Queimado, há três semanas. O estado confirmou que eles haviam contraído a doença. O macaco não transmite a doença, mas sinaliza a circulação do vírus.

Alerta

Os sintomas da doença são febre com início súbito em pessoas que nunca tomaram a vacina contra a febre amarela ou com vacinação há menos de 10 dias, e que tenham estado em áreas de matas, rios ou áreas de circulação viral comprovada nos últimos 15 dias. Essas condições devem estar associadas a outros dois ou mais sinais, como cefaleia, náusea, vômitos, dor articular, dor abdominal, dor lombar, icterícia ou hemorragias.

Foto: Divulgação/IAP

 

Outras informações na programação da Rádio Cultura AM 930

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