O Ministério Público de São Paulo apura se o Corinthians sofreu cobranças indevidas da Caixa Econômica Federal na dívida relativa ao financiamento da Neo Química Arena.
O órgão abriu procedimento para averiguar o caso depois de receber uma representação que aponta suposta divergência de R$ 255,75 milhões nos cálculos. Esse documento foi formulado a partir de dados públicos analisados por Anísio Costa Castelo Branco, que se apresenta como perito criminal investigador.
O promotor Cássio Conserino, responsável por outras investigações relacionadas ao Corinthians, abriu um procedimento administrativo preparatório para apurar o caso e determinou a realização de uma perícia detalhada sobre os cálculos da dívida da arena.
De acordo com Conserino, se a diferença dos valores for confirmada, em tese pode configurar possível gestão temerária de dirigentes que tenham autorizado os pagamentos. Porém, em sua manifestação o promotor informa que, neste momento, a investigação tem natureza não criminal.
Com informações:GE/Foto:Ricardo Duarte
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