Há exatos 25 anos, em 11 de setembro de 2001, os Estados Unidos eram atingidos pelo maior atentado terrorista de sua história. Em pouco mais de uma hora, 19 sequestradores assumiram o controle de quatro aviões comerciais e usaram as aeronaves para atacar alguns dos principais símbolos do poder econômico, militar e político americano.
Dois aviões atingiram as Torres Gêmeas do World Trade Center, em Nova York. Um terceiro foi lançado contra a sede do Departamento de Guerra nos arredores de Washington. O quarto caiu em uma área rural da Pensilvânia depois que passageiros e tripulantes tentaram retomar o controle da aeronave.
Os ataques deixaram 2.977 mortos, sem contar os 19 sequestradores, e mais de 6.000 feridos. A tragédia provocou uma mudança radical na política externa e de segurança dos Estados Unidos e deu início à chamada “guerra ao terror”.
omo os ataques foram planejados
A operação começou a ser estruturada anos antes. O plano foi concebido por integrantes da Al Qaeda, organização liderada por Osama bin Laden, que já havia declarado guerra aos Estados Unidos e realizado outros ataques contra interesses americanos na década de 1990.
Entre os principais responsáveis pelo planejamento estava Khalid Sheikh Mohammed, que apresentou a Bin Laden a ideia de utilizar aviões comerciais como armas. O projeto passou por anos de preparação até chegar à operação executada em setembro de 2001.
Os 19 sequestradores eram, em sua maioria, cidadãos da Arábia Saudita. Havia também integrantes dos Emirados Árabes Unidos, do Líbano e do Egito. Três deles — Mohamed Atta, Marwan al-Shehhi e Ziad Jarrah — receberam treinamento de pilotagem e tiveram ligação com uma célula formada na cidade alemã de Hamburgo.
Com informações:R7/Foto:SETH MCALLISTER / AFP
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