O cuidado com a saúde mental no Paraná tem passado por uma profunda transformação nos últimos anos, consolidando um modelo de atendimento que prioriza a integração, a prevenção e o vínculo com a população. Por meio da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), o Governo do Paraná estruturou uma robusta Rede de Atenção Psicossocial (Raps), que garante desde o acolhimento inicial nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) até tratamentos especializados e internamentos. Somente em 2025 foram investidos mais de R$ 23 milhões diretamente na Linha de Cuidado em Saúde Mental.
No ano passado, foram realizados 2.551.463 atendimentos, o que representa um crescimento de 19% se comparado ao ano anterior – 2.144.086 registros. Os serviços nessa área correspondem à atenção a pessoas com sofrimento ou transtornos mentais, além daquelas com necessidades decorrentes do uso de álcool e outras drogas.
Para o secretário estadual da Saúde, César Neves, os números consolidam a política pública de descentralização do atendimento e o foco de levar o atendimento mais próximo do cidadão paranaense, objetivo que é a marca da atual gestão.
“A saúde mental é uma prioridade absoluta para o Governo do Paraná. Estamos trabalhando incansavelmente para descentralizar o atendimento, garantindo que cada cidadão paranaense, independentemente de onde resida, encontre acolhimento e tratamento adequado na rede pública. O nosso objetivo é que o SUS seja um porto seguro para quem enfrenta qualquer tipo de sofrimento psíquico”, afirmou o secretário.
A rede de atendimento do Estado conta atualmente com 163 Centros de Atenção Psicossocial (Caps), em diversas modalidades, que funcionam como o eixo do atendimento especializado. Além disso, a estrutura dispõe de sete unidades do Serviço Integrado de Saúde Mental (SIMPR), 41 equipes Multiprofissionais de Atenção Especializada em Saúde Mental (eMAESM), ambulatórios distribuídos por todas as regiões de saúde e Serviços Residenciais Terapêuticos (SRT).
Para casos que exigem internamento, o Estado disponibiliza 1.651 leitos em hospitais especializados em psiquiatria e 73 leitos de saúde mental em hospitais gerais.
Foto: Geraldo Bubniak/AEN
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