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Morte de Tarcísio Meira acende alerta: imunizados respondem por 3,7% dos óbitos por Covid

Publicado em: 13 ago 2021

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Além de Tarcísio Meira, o músico Nelson Sargento e o jornalista Fábio Campana foram algumas das outras vítimas da Covid-19 que contraíram a doença e acabaram falecendo mesmo após completar o ciclo vacinal contra o coronavírus. Mas por que isso acontece?

Primeiramente, é importante ressaltar que nenhuma vacina é 100% eficaz ou garante 100% de proteção contra uma doença. Por isso, enquanto persistir a grande circulação do agente infeccioso no Brasil é possível que uma pessoa imunizada não só contraia, mas também transmita o vírus.

Isso não significa, de forma alguma, que a vacina deixe de ser a mais importante arma no combate à pandemia. Ela é, mas os demais cuidados de prevenção seguem tendo papel fundamental na queda da circulação do vírus. Nesse sentido, uma explicação feita pela microbiologista Natalia Pasternak, em audiência pública na CPI da Covid, é bastante didática. Na ocasião, ela comparou a vacina contra a Covid-19 com o papel de um goleiro no futebol.

“Como é que a gente sabe que um goleiro é um bom goleiro? A gente olha o histórico dele, que é a ‘eficácia’ do goleiro. Se ele tem um bom histórico, uma boa eficácia nos testes clínicos, ele é um bom goleiro. Mas isso não quer dizer que ele é infalível, que ele é invicto, que nunca vai tomar gol”, esclareceu a especialista na CPI.

“E se ele tem uma defesa do time que é uma droga, não serve para nada, não usa máscara, não faz distanciamento social, não respeita as medidas preventivas, vai ter tanta bola vindo pro gol, vai ter tanto vírus circulando, que a probabilidade dele errar é muito maior. Então uma boa vacina é como um bom goleiro: pode ser muito boa, mas não é infalível. E se tiver muita bola pro gol, a probabilidade dela falhar é maior.”

Por isso, é importante que a sociedade esteja consciente da importância de manter o seu papel de prevenção e ajude a reforçar a ‘defesa do time’. E isso se faz com a manutenção dos protocolos sanitários, como uso de máscara, higienização constante das mãos e distanciamento social.

Imunizados são 3,7% das vítimas do coronavírus

Uma pesquisa da Info Tracker, plataforma de monitoramento da pandemia das universidades estaduais USP e Unesp, revela que pelo menos 9.878 brasileiros que morreram por Covid-19 já haviam tomado as duas doses da vacina ou a aplicação única do imunizante da Janssen.

O levantamento, feito com base em dados do Ministério da Saúde, analisou os casos registrados entre 28 de fevereiro e 27 de julho. E o resultado mostra que o grupo de pessoas que completaram o ciclo vacinal equivalem a 3,68% do total de óbitos por Covid no período, com um risco maior de óbito justamente entre os idosos com mais de 70 anos, o que reforça a necessidade dessas pessoas e daqueles que com eles convivem manter o distanciamento social e o uso de máscara.

Primeira dose protegeria apenas 30% contra a variante Delta

Segundo o secretário da Saúde do Paraná, Beto Preto, a variante Delta tende a crescer em circulação no estado neste segundo semestre. Essa é mais uma situação que reforça a necessidade de manutenção dos cuidados contra a Covid-19, já que essa nova cepa, descoberta na Índia, garante apenas 30% de proteção àqueles que tomaram a primeira dose da vacina contra a Covid-19, segundo a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS).

Até ontem, conforme dados da Sesa-PR, 6,34 milhões de paranaenses haviam tomado ao menos uma dose do imunizante contra o coronavírus, o equivalente a 72,8% da população adulta no estado. Dentre os vacinados, contudo, apenas 2,59 milhões completaram o ciclo vacinal (29,7% da população vacinável).

Com informações:Bem Paraná

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