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Justiça determina que delegado acusado de matar a mulher e a enteada a tiros vá a júri popular

Publicado em: 10 out 2020

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A Justiça determinou que o delegado Erik Busetti, acusado de matar a tiros a mulher e a enteada, em Curitiba, vá a júri popular.

O crime ocorreu no fim da noite do dia 4 de março, no bairro Atuba. Maritza Guimarães de Souza, tinha 41 anos e era policial civil. Ana Carolina de Souza era estudante e tinha 16 anos.

A decisão, de quinta-feira (8), é da juíza Mychelle Pacheco Cintra Stadler, da 1ª Vara Privativa do Tribunal do Júri do Foro Central da Comarca da Região Metropolitana de Curitiba.

Erik Busetti está preso no Complexo Médico-Penal em Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba.

Na decisão, a juíza também negou o direito do delegado de recorrer ou aguardar o julgamento em liberdade.

Segundo ela, o delegado admitiu o crime para dois policiais militares na noite em que foi abordado e preso em flagrante. No interrogatório, Busetti preferiu ficar em silêncio.

A defesa técnica do delegado Erick Busetti afirmou que “segue em sua missão de buscar esclarecer os ingredientes dessa fato tão dramático, uma tragédia que será levada a julgamento pelo descaso que a policia tem com a saúde de seus componentes”.

O casal estava junto há, aproximadamente, dez anos, e estava em processo de separação há pelo menos um ano, conforme o relato de testemunhas e familiares.

Em 16 de março, Busetti já tinha sido indiciado pela Polícia Civil por duplo feminicídio com incidência de aumento de pena por ter cometido o crime próximo da filha de oito anos.

A menina estava no quarto dormindo, mas, de acordo com a delegada, estava muito próxima e acordou com os disparos.

O crime

Conforme as investigações, imagens de câmeras de segurança mostram que o casal discutiu por pelo menos três horas antes do crime e que Maritza tentou fazer as malas indicando que sairia de casa, mas ele a impediu.

A delegada disse ainda que a adolescente Ana Carolina foi agredida pelo padrasto dentro do quarto com chutes e tapas pouco tempo antes de morrer.

Testemunhas que foram ouvidas no processo disseram que a menina era bem tratada por Erick e que ele não costumava fazer distinção entre ela e a filha de nove anos.

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