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Acusado de matar ex-vereador José Danilson vai a júri popular

Publicado em: 29 jun 2021

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O ex-jogador de futebol acusado de matar um dirigente esportivo do Nacional de Rolândia, time do norte do Paraná, vai a júri popular. A Justiça determinou, na segunda-feira (28), que Vinicius Corsini seja julgado por homicídio.

Gravações em vídeo mostram o réu minutos antes de cometer o crime em setembro de 2020. O ex-jogador foge de bicicleta após esfaquear o empresário e dirigente esportivo José Danilson, que acabou morrendo pouco depois.

No depoimento prestado na audiência de instrução, Corsini disse que não lembrava com precisão os detalhes do crime.

“Não foi uma decisão tomada, digo que não lembro como as coisas aconteceram direito. Deu um apagão”, disse o acusado.

No depoimento prestado à Polícia Civil, em setembro de 2020, o jogador confessou o crime e disse que estava revoltado porque uma vez flagrou o empresário conversando com a mãe dele. Ele afirmou à polícia que, ao conviver com José Danilson com mais frequência, o ódio que sentia pelo empresário aumentou. Essa versão foi reafirmada à Justiça em 2021.

“Em 2018 encontrei uma mensagens no celular dela dizendo que ela [mãe] era bonita, que queria se encontrar com ela e outras coisas que não lembro muito bem”, afirmou em audiência.

Essa não foi a primeira vez que o jogador teve problemas com a polícia. Quando era adolescente foi apreendido por roubo e posse de drogas.

Os advogados Viviane de Abreu e Lucia Patrícia da Silva, que defendem o jogador Vinícius Corsini, disseram que “a motivação do delito não está ligada à contrato, demissão, convocação ou outro motivo relacionado à profissão que o jovem Vinicius Corsini exercia, conforme será demonstrado oportunamente”.

Depoimentos

Ainda no depoimento prestado à Polícia Civil, o suspeito disse que depois de ver a conversa entre o José Danilson e a mãe, o ódio que sentia do empresário aumentou ao conviver com ele.

O presidente do Nacional de Rolândia efetuou o pagamento na tentativa do suspeito “parar de incomodar”.

A suposta motivação passional não convenceu o delegado Marcos Rubira, que aposta em outra linha de investigação.

O Ministério Público do Paraná denunciou o jogador por homicídio cometido por motivo torpe, meio cruel e sem chance de defesa para a vítima, com uma faca comprada minutos antes num mercado.

A defesa do jogador defendeu que houve lesão corporal seguida de morte, crime que tem uma pena menor, porque Vinicius Corsini não teria a intenção de matar o dirigente.

Na decisão publicada na noite de segunda-feira, o juiz criminal de Rolândia apontou que há elementos suficientes para que o jogador responda por homicídio, e por isso deve ser levado a julgamento pelo Tribunal do Júri. A data ainda será marcada.

O juiz também determinou que o jogador continue preso.

Corsini disse que está arrependido do crime em depoimento à justiça.

“Se tivesse poder de voltar no tempo. Entrego na mão de Deus todos os dias. Jamais imaginei que mataria uma pessoa, tiraria a vida de alguém. Causei dor para minha família e para a dele”, encerrou o réu.

Após a decisão do juiz de Rolândia, a defesa de Vinicius Corsini informou que vai recorrer da decisão.

Via:G1/PR

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